Dr. Rath Health Foundation

Dr. Rath Health Foundation

Responsibility for a healthy world Dr. Rath Research Institute 100+ Studies Published In PubMed

Denúncia contra o genocídio e outros crimes contra a humanidade cometidos em paralelo com a "indústria farmacêutica doentia" e a recente guerra contra o iraque

Provas dos crimes cometidos

As provas para as acusações apresentadas nesta denúncia também se baseiam em dois tipos de crime:

  • Provas de genocídio e outros crimes contra a humanidade cometidos em conjunto com a “indústria farmacêutica doentia”.
  • Provas de crimes de guerra e agressão, e outros crimes contra a humanidade, cometidos em conjunto com a guerra contra o Iraque e o agravamento da crise internacional, tomando a dimensão de uma guerra mundial.

1. PROVAS DE GENOCÍDIO E OUTROS CRIMES CONTRA A HUMANIDADE COMETIDAS EM LIGAÇÃO COM A “INDÚSTRIA FARMACÊUTICA DOENTIA”

Provas concretas apresentadas mostram que os acusados são responsáveis por sustentar e expandir deliberadamente doenças, com o intuito de gerar novas doenças, além de fomentar o uso de drogas que, uma vez utilizadas para uma doença, o seriam para muitas outras.

Para atingir este objectivos, os acusados desenvolveram, planearam e levaram a cabo um esquema fraudulento de negócio, à escala global, que pela sua dimensão jamais fora atingido na história humana.

1.1 A expansão deliberada das Doenças

A prova concreta apresentada mostra que as doenças mais comuns, hoje em dia, são deliberadamente sustentadas e ampliadas pelos acusados, apesar de já poderem ter sido prevenidas e erradicadas, de forma eficaz, salvando milhões de vidas humanas.

1.1.1 Doenças coronárias

A principal causa da doença da artéria coronária e dos ataques cardíacos é uma deficiência estrutural e uma degradação da parede da artéria, a qual – de forma semelhante ao escorbuto – se desenvolve como o resultado de deficiências contínuas de vitaminas e de outros nutrientes essenciais.

Por seu lado, a aproximação farmacêutica à prevenção e ao tratamento das doenças cardiovasculares ignora deliberadamente esta causa e menciona Franker no tratamento dos sintomas, tais como a redução dos níveis de colesterol no sangue.

Enquanto, de forma deliberada, se evita curar as doenças para as quais se comercializam medicamentos, os efeitos secundários destes produtos farmacêuticos provocam outras doenças. A taxa de mortes mundial por doenças cardiovasculares, como resultado destes crimes deliberadamente praticados pelos acusados, é superior a 12 milhões de vidas humanas por ano.

1.1.2. Hipertensão

A principal causa da hipertensão é um aumento da tensão das paredes da artéria, devido a uma deficiência de nutrientes essenciais nas células musculares arteriais, levando a um estreitamento do diâmetro da artéria e a um aumento do pressão sanguínea. Uma série de estudos clínicos mostra exactamente os benefícios dos micronutrientes não-patenteados, em particular o aminoácido arginina e o magnésio. Estes micronutrientes corrigem a deficiência em milhões de paredes de células vasculares, dilatando as paredes dos vasos sanguíneos, aumentando o diâmetro dos vasos sanguíneos e ajudando a normalizar a elevada pressão arterial.

Os produtos farmacêuticos comercializados para o tratamento da hipertensão baseiam-se propositadamente no tratamento dos sintomas. Por exemplo, beta-antagonistas reduzem o batimento cardíaco e os diuréticos diminuem o volume sanguíneo. Estes medicamentos evitam deliberadamente corrigir os espasmos das paredes dos vasos sanguíneos, como principal causa da hipertensão. Desta forma, enquanto evitam deliberadamente curar a doença, estes medicamentos têm efeitos secundários, a longo prazo, potenciando inúmeras doenças – e, desta forma, novos medicamentos.

Em todo o mundo, milhões de pacientes hipertensos mantêm-se sem cura, como consequência directa destes actos levados a cabo pelos acusados, e a sua taxa de mortalidade aumenta de dia para dia.

1.1.3. Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM)

A principal causa do Enfarte agudo do miocárdio é a falta de células biocatalizadoras, algumas vitaminas, minerais, carnitina, coenzima Q10 e outros condutores bioenergéticos, presentes em milhões de células musculares do coração. O resultado é um batimento cardíaco prejudicial e acumulação de água no corpo humano.

Por seu lado, os produtos farmacêuticos para o tratamento dos EAM, contrastam deliberadamente com este facto e focam-se apenas nos síntomas da doença. Os diuréticos comercializados para o tratamento de EAMs não só eliminam a água acumulada no corpo, como também vitaminas, minerais e outros condutores bioenergéticos solúveis em água. Quer isto dizer que os medicamentos comercializados para EAMs agravam a doença e são responsáveis pelo baixa esperança média de vida dos doentes de coração cuja medicação inclui diuréticos.

Enquanto evitam curar a doença, estes medicamentos eliminam nutrientes essenciais do corpo huamano, agravando a causa nefasta da doença. Em todo o mundo, mais de cem milhões de pacientes que sofrem de EAMs continuam sem cura, e morrem, eventualmente, de forma prematura, como consequência directa dos actos dos acusados.

1.1.4. Batimentos cardíacos irregulares (Arritmias)

A causa primária de batimentos cardíacos irregulares (arritmias) é a falta de micronutrientes, vitaminas, minerais, ubiquinona e outros transmissores bioenergéticos, em milhões de células cardíacas condutoras. Isto resulta em alterações na geração ou na condução dos impulsos eléctricos necessários para batimentos cardíacos normais. Um estudo recente, duplamente cego, documentou inequivocamente que o uso terapêutico de micronutrientes é um método efectivo e economicamente viável de corrigir os batimentos cardíacos irregulares.

Em contraste, as tentativas terapêuticas para o tratamento de arritmias ignoram deliberadamente este facto e em vez disso focam-se nos sintomas. As drogas anti-arrítmicas, desenvolvidas para tratar arritmias frequentemente agravam os batimentos irregulares, causam desgaste cardíaco e a morte prematura dos pacientes.

Na década passada o autor Thomas Moore documentou no seu livro “Deadly Medicine” (Medicina Mortal) que uma nova classe de drogas anti-arrítmicas nos EUA por si só causou um maior número de mortes do que a Guerra do Vietname nas tropas americanas. Em todo o Mundo cerca de cem milhões de pacientes com arritmias permanecem sem cura como resultado directo destas acções pelos acusados, e as suas armas mortais crescem diariamente.

1.1.5. Cancro

Até há pouco tempo o cancro era considerado um veredicto de morte. Avanços recentes em medicina natural e medicina celular mudaram completamente este facto. Para esta doença também agora é óbvio que a pesquisa médica com terapias não patenteadas foi deliberadamente negligenciada, e excluída pelos acusados em favor de drogas ineficazes que permitem a continuação da epidemia do cancro como um dos seus mercados mais rentáveis. Devido ao extraordinário significado dos crimes cometidos pelos acusados em relação com a epidemia do cancro é aqui apresentada mais detalhadamente.

É um facto científico que todos os cancros se disseminam pelo mesmo mecanismo, usando enzimas de digestão do colagénio (colagenases, metaloproteinases). O uso terapêutico do aminoácido natural lisina - especialmente junto com outros micronutrientes não patenteados - podem bloquear estas enzimas e por conseguinte inibir a disseminação de células cancerosas. Todos os tipos de cancro estudados responderam bem a este estudo terapêutico incluindo os cancros da mama, próstata, pulmão, pele, fibroblastoma, cancro sinovial, e outros tipos de cancro.

A única razão pela qual esta descoberta na medicina não foi investigada e não foi aplicada no tratamento de pacientes do cancro em todo o Mundo é o facto de estas substâncias não serem patenteadas e terem consequentemente margens de lucro baixas. Mais importante, todo o tratamento eficaz de qualquer doença conduz finalmente à sua erradicação e à destruição de um mercado multi-milionário de drogas farmacêuticas.

O marketing farmacêutico de drogas para pacientes com cancro foi particularmente fraudulento e malicioso. Sob a pretensão de tratar o cancro usando o termo “quimioterapia” substâncias tóxicas, incluindo derivados do gás da mostarda, são aplicadas aos pacientes. O facto destes agentes tóxicos destruírem milhões de células saudáveis no organismo é deliberadamente contabilizado.

Conhecendo este facto, as seguintes consequências foram deliberadamente tidas em consideração: Primeiro, o cancro continuaria como uma epidemia global, providenciando a base económica para um negócio multi-milionário de dólares continuado com esta doença. Segundo, a aplicação sistemática de agentes tóxicos na forma de quimioterapia causa uma epidemia de novas doenças em doentes cancerosos recebendo essas substâncias tóxicas.

Como resultado desta estratégia, o mercado da indústria farmacêutica através do tratamento dos perigosos efeitos secundários destas drogas - incluindo infecções, hemorragias, falência orgânica, etc. - é ainda maior que o mercado das drogas de quimioterapia. Então, os acusados também aplicam a sua decepção organizada em detrimento de centenas de pacientes cancerosos com uma finalidade somente: o seu enriquecimento financeiro.

1.1.6. SIDA e Outras Doenças Infecciosas

Outros esquemas similares de decepção foram aplicados no tratamento de uma das epidemias mais mortais da história humana, a SIDA. Já há 10 anos atrás, estudos científicos mostraram que a vitamina C pode reduzir a replicação do Virus-HIV em mais de 99%. Este facto foi conhecido pelos acusados há mais de uma década.

Duma forma deliberada e ignorando e contornando este tratamento não-patenteado (seguro e barato), os acusados desenvolveram as drogas patenteadas contra a SIDA, com efeitos colaterais severos e - devido ás “royalties” exorbitantes das suas patentes - inacessíveis à grande maioria dos povos neste planeta. Assim, pela aplicação do seu esquema criminoso no negócio, os acusados são culpados de arriscar as vidas e de causar as mortes das centenas de milhões de povos em África, na América do Sul, na Ásia e em todas as restantes regiões do mundo.

De uma forma similar, boicotaram a informação de que a medida mais importante para melhorar a imunidade contra as doenças infecciosas é uma melhor aportação das vitaminas B6, B12, ácido fólico e certos nutrientes essenciais. É um facto científico que estes biocatalizadores do metabolismo celular aumentam a produção dos leucócitos, a arma principal do organismo contra qualquer infecção. Retendo sistematicamente esta informação, particularmente ás centenas de milhões de crianças e adultos no mundo em desenvolvimento, a indústria farmacêutica arrisca deliberadamente as vidas das centenas de milhões de pessoas nestas áreas do mundo. Todos os acusados sabem que quase ninguém nestas áreas do mundo terá recursos para tratamentos farmacêuticos e consequentemente morrerão.

Retendo esta informação “salva vidas” sobre alternativas naturais, ou não-patenteadas para prevenir e curar doenças infecciosas, conduzem não só à morte de milhões de pessoas, mas também à ruína das economias de muitos países em desenvolvimento. Como resultado directo o desequilíbrio já existente na economia mundial actual é agravado dramaticamente. Estes países são colocados deliberadamente num conflito onde apenas podem perder.

1.1.7. Outras doenças

De uma forma similar, outras doenças, degenerativas, inflamatórias, infecciosas e muitas outras doenças comuns continuam apenas a existir como problemas de saúde, porque os acusados as definiram e as protegem como os mercados para o seu “negócio com a doença”.

1.2. AS PROVAS SOBRE OS ESQUEMAS DE MARKETING CRIMINAL DO ACUSADO

1.2.1 Expansão deliberada de doenças e a causa de novas doenças nos pacientes para expansão dos mercados farmacêuticos das drogas

Para expandir os seus mercados os seguintes grupos de drogas são manufacturados e introduzidos no mercado pelos acusados deliberadamente, apesar de seus efeitos colaterais prejudiciais já conhecidos. De uma forma criminal, os acusados estão a provocar, deliberadamente, novas doenças sob a pretensão da cura das já existentes. O facto destas novas doenças, causadas pelos efeitos colaterais destas drogas, surgirem muitos anos mais tarde são usadas como uma cobertura adicional para este esquema decepcionante:

Drogas anti-hipercolesterolémicas, particularmente as estatinas e os fibratos são introduzidos em massa no mercado sob a pretensão de prevenir as doenças cardiovasculares. Estas drogas são conhecidas como cancerígenas nas doses administradas habitualmente aos milhões de pacientes em todo o Mundo.

Drogas de quimioterapia são introduzidas no mercado para tratar alegadamente o cancro. De facto, causam uma série de efeitos colaterais severos, sendo o mais frequente o aparecimento de novos cancros. O esquema de marketing criminal completo em torno da quimioterapia pode somente funcionar porque os acusados renderam o cancro a um veredicto de morte - e mesmo a sobrevivência de alguns meses de um paciente em quimioterapia é descrita pelos acusados como uma história de sucesso.

A aspirina está introduzida em massa no mercado sob a falsa pretensão de prevenir ataques do coração (EAM- enfarte agudo do miocárdio) e tromboses (AVC - acidentes vasculares cerebrais) embora o uso a longo prazo desta droga é sabido causar uma destruição do colagénio e consequentemente aumentar o risco de EAM’s e AVC’s assim como outras doenças tais como úlceras do estômago e hemorragia gastrointestinal.

Os anti-inflamatórios são usados para tratar a dor e a inflamação, por exemplo na artrite. Mas, muitas destas drogas destroem o tecido conjuntivo, por exemplo as articulações. Com o seu uso, a longo prazo, estas drogas agravam os problemas de saúde mais do que os resolvem.

Os antagonistas do cálcio estão introduzidos em massa no mercado sob a falsa pretensão do tratamento da hipertensão arterial e EAM’s, embora o uso a longo prazo destas drogas é sabido causar um aumento de EAM’s, AVC’s e outras doenças.

Os estrogéneos e outras drogas hormonais estão introduzidos no mercado sob a falsa pretensão da prevenção da osteoporose e de doenças cardíacas, porém o uso a longo prazo destas drogas é conhecido causar o cancro em mais de 30% das mulheres que os tomam. Particularmente frequentes são os cancros dependentes de hormonas tais como o cancro da mama e útero.

Tranquilizantes e anti depressivos. Outro mecanismo pelo qual os acusados sistematicamente expandem os seus mercados é causando deliberadamente a dependência com o fim de aumentar as vendas da droga. Muitos tranquilizantes e anti depressivos, incluindo o vulgarizado “Valium” são conhecidos por causar a dependência e a adição. Com o fim expandir as suas vendas globais destas drogas aditivas, os acusados elogiam-nas através de publicidade de páginas completas, directamente ao público.

Outras drogas. Desde que a patente é uma pré-condição para o investimento no negócio da indústria farmacêutica, as drogas farmacêuticas típicas são moléculas sintéticas e consequentemente tóxicas ao corpo humano. Para quase todas as drogas o mesmo princípio de negócio fraudulento é válido - alívio rápido e curto dos sintomas mas, ao mesmo tempo causando danos e gradualmente gerando doenças novas como base para novos mercados.

1.2.2 Expandindo os seus mercados de drogas a novas doenças

Ao executar os seus crimes, os acusados deliberadamente estendem o seu mercado farmacêutico existente inventando condições novas de saúde para as quais recomendam as drogas que tinham sido recomendadas previamente para outras doenças. Como primeira evidência os seguintes exemplos são aqui apresentados:

Os comprimidos para a dor de cabeça impedem a alegada doença de coração. A aspirina foi desenvolvida como um comprimido que alivia a dor de cabeça e a dor em geral e agora está ser introduzida em massa no mercado e recomendada pelos acusados para o uso a longo prazo, inclusive por indivíduos saudáveis para a alegada prevenção e tratamento de doenças do coração e outras doenças severas.

Os antibióticos alegadamente combatem a doença coronária. Com o objectivo de alargar o mercado global para suas drogas antibióticas, os acusados fabricaram e espalharam a chamada “teoria da bactéria” de ataques de coração em grande escala. Sem nenhuma evidência clínica de que a chlamydia ou outras bactérias causem realmente os ataques de coração ou aterosclerose, os acusados promoveram criminalmente o uso geral dos antibióticos mesmo para indivíduos saudáveis com a falsa justificação da prevenção de ataques de coração.

Estes são apenas alguns exemplos de práticas por parte dos acusados para expandir sistematicamente o uso das suas drogas a outras doenças. De facto este esquema de marketing não é a excepção, mas a regra. A lista dos crimes cometidos neste contexto deve ser corrigida e completada durante uma investigação adicional.

1.4 Crimes relacionados com a sistemática infiltração em vários sectores da sociedade com o fim de facilitar a realização destes crimes

Os acusados, de uma forma sistemática e deliberada, infiltraram-se nos sectores da medicina e da saúde na maior parte de países do mundo para criar dependências financeiras e de outra índole no sentido de conduzir o seu “negócio com a doença” e de cometer outros crimes. As investigações a nível medicinal não têm como principal objectivo encontrar tratamentos mais efectivos e rápidos contra a doença mas sim identificar o maior mercado com a doença e alcançar maiores ganhos para a indústria destas drogas. Como parte desta estratégia, durante as últimas décadas os acusados foram retirando dos programas escolares das escolas de medicina as matérias sobre terapias naturais que são efectivas mas não-patenteadas. Eles criaram, propositadamente, gerações de médicos com pouco ou nenhum conhecimento sobre os benefícios de salvar vidas com estas terapias naturais. Simultaneamente, a educação terapêutica nas escolas de medicina foi levada a cabo pelo recentemente criado departamento de farmacologia. Por isto, durante décadas, várias gerações de médicos deixaram as suas escolas praticamente como vendedores da indústria farmacêutica para o seu “negócio com a doença”. No sentido de esconder esta estratégia as drogas patenteadas foram qualificadas como “científicas” enquanto que as terapias naturais não-patenteadas foram desacreditadas como “não científicas”.

Da mesma forma os acusados infiltraram-se, de uma forma sistemática e deliberada, nos “mass media” de todo o mundo, criando dependências financeiras e outras, disseminando falsas informações no sentido de esconder as suas práticas criminais, promovendo o seu “negócio com a doença” e cometendo outros crimes.

Os acusados, de uma forma sistemática e deliberada, utilizaram o sistema político e legislativo de alguns países aprovando leis, estabelecendo regras e promovendo outras medidas no sentido de aumentar as vendas de ineficazes e perigosas mas lucrativas drogas farmacêuticas. Os acusados utilizaram a sua influência política para forçar a legislação que lhe permita apropriarem-se de milhões de dólares resultantes de “seguros de saúde” e de outros fundos de saúde públicos e privados. Ao promoverem o seu fraudulento “negócio com a doença”, receberam este dinheiro de pessoas individuais, de colectivos e de governos por todo o mundo requerendo o pagamento das suas terapias ineficazes e perigosas. Deste modo, os acusados garantiram ganhos exorbitantes para a indústria farmacêutica e provocaram sofrimento desnecessário e mortes prematuras de centenas de milhões de pessoas.

Os acusados, de uma forma sistemática e propositadamente, infiltraram-se e utilizaram o Parlamento Europeu e outros organismos nacionais e internacionais tais como a Organização das Nações Unidas, Organização Mundial de Saúde (OMS), FAO (Food and Agricultural Organization) e outros organismos políticos para cometerem os seus crimes contra a humanidade.

1.5 Crimes relacionados com a obstrução sistemática das medidas de saúde efectivas e não-patenteadas

No sentido de proteger o seu falso investimento nas doenças, os acusados tentaram estrategicamente eliminar o acesso do “povo do mundo” às terapias naturais não-patenteadas. Para atingir esta meta, os acusados usaram várias medidas estratégicas:

  1. Esconder informação sobre terapias naturais não-patenteadas. Os acusados, de uma forma deliberada e sistemática, esconderam e bloquearam uma informação básica sobre a saúde de milhões de pessoas: o corpo humano não produz a sua própria vitamina C (ácido ascórbico). Por este desconhecimento quase todos os humanos sofrem de falta de vitamina C e são susceptíveis a doenças cardiovasculares e outras. Da mesma forma, os acusados esconderam e bloquearam informação básica sobre a saúde de milhões de pessoas: o corpo humano não produz um aminoácido natural, a lisina. Por este desconhecimento quase todos os humanos sofrem de deficiência de lisina e são susceptíveis a cancros e outras doenças. Deste modo, os acusados provocaram deliberadamente sofrimento desnecessário durante mais tempo e morte prematura a centenas de milhões de pessoas.
  2. Publicidade desacreditando as terapias naturais não-patenteadas. Os acusados de uma forma meditada e sistemática, enganaram o público fazendo passar informação falsa e enganosa sobre terapias de saúde não-patenteadas com o objectivo de proteger e aumentar o seu “negócio com a doença”, baseado em drogas patenteadas e para cometerem outros crimes. Deste modo os acusados causaram deliberadamente sofrimento desnecessário durante mais tempo e morte prematura a centenas de milhões de pessoas.
  3. Ilegalizar a difusão de informação relacionada com as terapias naturais não-patenteadas. Os acusados utilizaram deliberadamente a sua influência política tratando de implementar legislação a nível nacional e internacional que ilegalize a difusão de informação sobre a saúde preventiva e terapêutica relacionada com terapias naturais não-patenteadas. Ao mesmo tempo, esta legislação pretende estabelecer, arbitrariamente, baixos limites superiores de utilização desta terapia natural, sendo este um passo com a intenção de proibir o uso de agentes de terapia natural. Utilizando a “Codex Alimentarius Commission” (Comissão do Código Alimentar) das Nações Unidas os acusados tentaram estabelecer estas leis em todos os países membros da ONU.

1.5.5 Agora que falharam todos os esforços pacíficos para proteger a indústria farmacêutica e o seu “negócio com a doença”, os acusados recorrem a outra estratégia. Estão deliberadamente a promover uma crise internacional, incluindo guerras, no sentido de criar precondições psicológicas e legais que levam a uma implementação imediata e global de leis que protejam e cimentem a continuação do seu “negócio com a doença” e dos outros crimes pelos quais são acusados.

2. PROVAS DE GENOCÍDIO, CRIMES DE GUERRA E DE OUTROS CRIMES CONTRA A HUMANIDADE COMETIDOS EM RELAÇÃO COM A GUERRA CONTRA O IRAQUE

Os acusados cometem o crime de aumentarem deliberadamente uma crise internacional, incluindo “guerras de agressões” numa guerra que inclue armas de destruição massiva.

Os acusados têm vindo a abusar da tragédia do 11 de Setembro com o propósito de construir um cenário de crise internacional, o qual ultimamente usam como justificativo da sua “guerra de agressão”.

Se por um lado os acusados maximizaram o factor psicológico desta tragédia por outro bloquearam uma investigação oficial sobre os acontecimentos actuais e o efeito do 11 de Setembro. Foi a própria Casa Branca que bloqueou os estudos de uma comissão independente durante um ano. Se por um lado os factos sobre esta tragédia não foram totalmente revelados ao público, os acontecimentos do 11 de Setembro foram utilizados como justificação para a crise internacional que se vive desde então.

Se por um lado falharam na revelação de uma questão importante sobre o 11 de Setembro por outro utilizaram esta tragédia para invadir o Afeganistão. À conquista militar do Afeganistão seguiu-se o apropriamento dos seus recursos naturais por parte dos acusados para os seus ganhos financeiros.

Da mesma forma, os acusados utilizaram este estigma para conquistar o país vizinho, o Iraque. Sob o pretexto de querer combater a proliferação de armas de destruição massiva, os acusados tentaram obrigar a comunidade internacional a travar uma “guerra de agressão” contra o Iraque.

Apesar do facto de a grande maioria do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a maior parte dos estados membros das Nações Unidas e da aplacante opinião pública mundial se opor a esta guerra, os acusados lançaram o ataque.

A guerra planeada, iniciada e liderada pelos acusados foi uma guerra sem um mandato internacional e por tanto uma “guerra de agressão” e um crime contra a humanidade. Se não se levarem os acusados à justiça por este crime, todo o sistema internacional de leis designado depois da Segunda Guerra Mundial no sentido de proteger a humanidade da destruição irá falhar.

Na ausência de um mandato internacional, a única justificação que restou aos acusados para cometerem este acto criminal foi criar uma hipotética procura de armas de destruição massiva no Iraque. Hoje em dia o mundo inteiro sabe que esta estratégia também foi uma decepção.

Durante a "guerra de agressão" contra o Iraque dezenas de milhares de iraquianos- soldados e civis- foram mortos. Mortes desta magnitude durante uma guerra sem um mandato internacional são considerados crime de genocídio. Mais ainda, centenas de milhares de pessoas inocentes - muitas delas crianças - foram feridas, mutiladas ou sofrerem danos físicos e psicológicos, provocados pelos actos criminais por parte dos acusados.

Por outro lado, os acusados apoderaram-se dos campos de petróleo e dos outros recursos naturais do Iraque com o propósito de os explorar e de enriquecimento próprio. Para camuflar os seus crimes, os acusados difundiram a falsa justificação de que o apropriamento dos recursos petrolíferos seria em prol dos interesses e dos benefícios do povo iraquiano.

Com a ocupação do Iraque e com a apropriação dos seus recursos numa “guerra de agressão”, os acusados também cometeram os crimes de roubo e apropriação de propriedade alheia.

Os acusados promoveram sistematicamente esta crise restringindo os direitos civis através das chamadas leis “anti-terror”. Enganaram o povo enquanto cometiam os seus crimes, deram nomes enganosos a essas leis (por exemplo: “Homeland Security Act” -Lei de Segurança Nacional - ou “Patriot-Act” Lei Patriótica), e deste modo forçaram o apoio político a abandonar os direitos civis.

Se por um lado os acusados promoviam esta intensificação da crise por outro lado também utilizavam o mediatismo desta guerra e as suas primeiras acções foram implementar leis de protecção para a indústria farmacêutica. Em grande parte sem saber, o Congresso dos USA aprovou uma medida de protecção na “Homeland Security Act” (Lei de Segurança Nacional) que concedia total imunidade aos produtores de drogas.

Este é um pequeno resumo dos crimes de guerra e dos crimes contra a humanidade cometidos pelos acusados e pela sua estratégia de abusar destes crimes de guerra para continuar crimes de maior magnitude como cimentar o seu “negócio com a doença”.

No decurso desta investigação sobre estes crimes de guerra, todos os recursos disponíveis devem ser usados no sentido de levar os acusados à justiça. Isto inclui particularmente toda a informação disponível através das Organizações das Nações Unidas (ONU), dos inspectores de armas da ONU, documentos de crimes de guerra do Iraque e de todos os recursos disponíveis.

“ O povo do mundo” exige ser parte deste processo e contribui com documentação sobre estes crimes de guerra no sentido de acelerar o processo na justiça

Os Acusados